Cidadania

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

EDH no Brasil

Vídeo aula 10

EDH no Brasil

Direitos Humanos




Os princípios norteadores para a educação em direitos humanos na educação básica, segundo o PNEDH são os seguintes:

a) a educação deve ter a função de desenvolver uma cultura de direitos humanos em todos os espaços sociais; 
b) a escola, como espaço privilegiado para a construção e consolidação da cultura de direitos humanos, deve assegurar que os objetivos e as práticas a serem adotados sejam coerentes com os valores e princípios da educação em direitos humanos; 
c) a educação em direitos humanos, por seu caráter coletivo, democrático e participativo, deve ocorrer em espaços marcados pelo entendimento mútuo, respeito e responsabilidade; 
d) a educação em direitos humanos deve estruturar-se na diversidade cultural e ambiental, garantindo a cidadania, o acesso ao ensino, permanência e conclusão, a equidade (étnico-racial, religiosa, cultural, territorial, físico-individual, geracional, de gênero, de orientação sexual, de opção política, de nacionalidade, dentre outras) e a qualidade da educação; 
e) a educação em direitos humanos deve ser um dos eixos fundamentais da educação básica e permear o currículo, a formação inicial e continuada dos profissionais da educação, o projeto político-pedagógico da escola, os materiais didático-pedagógicos, o modelo de gestão e a avaliação; 
f) a prática escolar deve ser orientada para a educação em direitos humanos, assegurando o seu caráter transversal e a relação dialógica entre os diversos atores sociais 


(BRASIL, PNEDH, 2006, p. 32).


Sujeito de direitos

Vídeo aula 9

Sujeito de direitos

Direitos Humanos

O artigo abaixo é muitíssimo interessante na discussão sobre sujeito de direitos e direitos dos sujeito. 



Temos avançado no campo dos Direitos Humanos, principalmente no que tange à legislação. Mas ainda há muito para ser vivenciado.

Garantir direitos é ter em vista que "direito" é para todos, não para pessoas privilegiadas.


A característica multicultural a sociedade contemporânea e suas consequências para a convivência democrática

Vídeo aula 8

A característica multicultural da sociedade contemporânea e suas consequências para a convivência democrática

Convivência democrática

A sociedade contemporânea está multiculturalmente formada. Isso significa que não existe um único tipo de pessoa, com uma única cultura... São diversas as formas de se estar e de entender o mundo.

Pelo lado interessante, estar em contato com diversas culturas faz com que o sujeito incorpore variadas formas de pensar e de agir.




Infelizmente, somos classificados o tempo todo de acordo com nossas características, o que nos imputa termos observados em nossos comportamentos atitudes que  julgam ser mais apropriados para cada tipo de peculiaridade que apresentamos. Isso seria o dito, preconceito... 


Partindo da observação das diferenças, as classes dominantes pretendem incutir ideias e ideais que acham corretos, através da mídia...



Para que a convivência democrática aconteça é necessário respeito às diferenças.

A escola tem um papel importantíssimo na conscientização e na formação dessa visão multicultural. É no espaço escolar que o aluno tem um contato maior com as diferenças e a possibilidade de ser orientado no sentido de conhecer e respeitar todas as culturas e diferenças sociais.

Identidade e diferença na perspectiva dos Estudos Culturais

Vídeo aula 7

Convivência Democrática

Identidade e diferença na perspectiva dos 
Estudos Culturais

Nossa identidade começa a ser formada a partir do momento de nosso nascimento, através do contato com aqueles que nos são mais próximos. Vamos descobrindo que somos um ser, individual, com vontades, necessidades e que para nos adaptarmos à sociedade, é necessário que comecemos a obedecer a certas regras que nos são impostas.




Com a formação da identidade, vai aos poucos ficando claro (mesmo dentro do mesmo grupo social) que as diferenças existem, sejam elas de classe, gênero, etnia, moo de se vestir, de pensar, de viver...

Para que consigamos viver bem em sociedade, é necessário que aprendamos desde cedo a conhecer, conviver e respeitar as diferenças, sejam elas quais forem.





Direito Internacional e o EDH

Vídeo aula 6

Direitos Humanos

Direito Internacional e o EDH



Representação Social do DH no Brasil

Vídeo aula 5

Direitos Humanos no Brasil

Direitos Humanos

Falar de DH no Brasil é um assunto um tanto quanto novo.
Surgiram a partir da Constituição de 1988. 
Entre o período de 1964 a 1985 nos encontrávamos durante a ditadura militar onde a situação em relação ao respeito era ainda bem precária.
Os abusos mais comuns eram a tortura, a força dos policiais e as execuções.



A partir da Constituição de 1988, surgem os Direitos Humanos e a educação também passa a ocupar um novo posto dentro de nossa cultura, pois transforma-se em direito social.



Os estudos culturais e a convivência democrática

Vídeo aula 4

Convivência Democrática

Os estudos culturais e a convivência democrática


Os Estudos Culturais


Os estudos culturais se originaram no Reino Unido na década de 1950 como um campo interdisciplinar oriundo dos estudos literários e históricos e depois se expandiram para os Estados Unidos e América Latina. Os estudos culturais partiram de uma crítica da concepção de cultura entendida como alta cultura, deslocando o foco de análise para a cultura ordinária da classe trabalhadora. Em seguida, ampliaram o leque de investigações. Os pesquisadores dessa área buscam, em termos gerais, compreender as intersecções entre cultura, indivíduo e sociedade. Alguns trabalhos questionam as fronteiras entre alta cultura e cultura de massa ou comercial, investigam os processos de produção da cultura, abordam objetos culturais híbridos, configurações identitárias de grupos socialmente marginalizados, processos migratórios e trocas culturais que deles advêm. Em vertente complementar, os estudos culturais contribuem para a crítica das disciplinas e saberes consagrados, indagam sobre os modos como se vêm produzindo historicamente as pedagogias, as ciências e sobre que interesses subjazem a elas; isto é, a partir de uma visada crítica e histórica lançam a dúvida sobre a construção do conhecimento no Ocidente e sobre o modo como este se impõe sobre formas alternativas de cultura e conhecimentos.



A globalização e o impacto sobre as culturas

Vídeo aula 3

Convivência Democrática

A globalização e o impacto sobre as culturas


DH na América Latina e no Brasil

Vídeo aula 2

Direitos Humanos

DH na América Latina e no Brasil

 Os Direitos Humanos na América Latina e no Brasil demoraram um pouco mais a chegar.
Temos em nossa história uma composição aristocrata e privilegiada, onde poucos mandavam e muitos tinham que obedecer (o que continua até os dias atuais).
Um dos grandes atraso em garantir ao seres humanos seus direitos como pessoas foi a sua escravização. Um ser a quem era negado o direito até de possuir alma, carregado em embarcações como animais, presos em senzalas sem as menores condições de vida, acorrentados e vendidos como animais, violentados sexualmente, presos e açoitados em troncos... 
A luta pelos Direitos Humanos teve início ao se perceber que todos eram pessoas. Assim, iniciam-se as fugas, a criação dos quilombos, as rebeliões...

1945 a 1964: Declaração Universal dos Direitos Humanos.
1964: lutas organizadas dentro das igrejas cristãs e setores carentes da sociedade por condições dignas de vida  e por alguns direitos,como:
- Direito a um mundo sem censura nas artes e na mídia. 
- Direito de pensar e manifestar suas ideias;
- Direito de constituir organizações;
- Luta pela anistia ampla, gradual e irrestrita;
- Luta pelos direitos políticos e civis. 
- Movimentos que denunciam os crimes da humanidade, a tortura  e a reorganização partidária. 
-Luta pelas eleições diretas.

No Brasil, existem os movimentos pela terra, pela moradia, pela igualdade de gêneros. A escola vem aos poucos fazendo parte desse processo, deixando de existir para a minoria favorecida, passando a ser obrigatória e gratuita para todos.

Contexto Histórico dos Direitos Humanos

Vídeo aula 1

Direitos Humanos

Contexto Histórico dos Direitos Humanos

Construção histórica dos direitos humanos: processo contínuo que acontece ao longo da história da humanidae.
Entrevista com Prof. Solon Viola (Comitê Nacional dos Direitos Humanos) que fala sobre:
- A origem dos Direitos Humanos e sua dimensão histórica;
- A construção histórica dos direitos humanos;
- Ritos de nascimento e de morte

Surge na Grécia a necessidade do ser humano se tornar um  ser de direitos.
No mundo moderno, surge a concentração de riqueza nas mãos de poucos.
No Mundo Moderno, surgem as três primeiras declarações  que falam de direitos:
Na França " Liberdade, fraternidade e igualdade".
Nos Estados Unidos onde as guerras de independência buscam de liberdade e autonomia oara cidadãos.
Na Inglaterra, onde os direitos deveriam ser restritos à aristocracia e ao clero.

No século XIX, embora o movimento social diga que a igualdade é um direito do ser humano, a igualdade não se concretizou.
No século XX, com as Primeira e Segunda Guerras mundiais, existe um terror absoluto, pois as mesmas vêm acompanhadas de técnicas de morte e até mesmo tecnologia.
Surge então a Declaração Universal dos Direitos Humanos que vem com a intenção de projetar a paz e recuperar o sentido de igualdade e liberdade.




sexta-feira, 1 de março de 2013






Iniciando o semestre, com o seguinte pensamento:


"A educação é necessária ao desenvolvimento dos povos, a aprendizagem é a responsável pelas mudanças, porém os paradigmas educacionais fazem com que tudo o que é aprendido seja acorrentado a posturas infinitamente incoerentes!"


Palavra do dia: AUTONOMIA

Segundo o site:http://www.significados.com.br/autonomia/, Autonomia é um termo de origem grega cujo significado está relacionado com independência, liberdade ou autossuficiência. Em Ciência Política, a autonomia de um governo ou de uma região pressupõe a elaboração de suas próprias leis e regras sem interferência de um governo central nas tomadas de decisões.

Desde que nascemos, somos impelidos por aqueles que nos criam a aprender a fazer coisas novas a todo momento.

A cada dia que passa, tomamos consciência do mundo a nossa volta, percebendo que podemos conhecer novas coisas e transformá-las a partir de nossa consciência.

Já na Pré-escola, o Referencial Curricular deixa claro a importância da ajuda na efetivação do processo de autonomia "Nos atos cotidianos e em atividades sistematizadas, o que se recomenda é a atenção permanente à questão da independência e autonomia. O exercício da cidadania é um processo que se inicia desde a infância, quando se oferecem às crianças oportunidades de escolha e de autogoverno."

Piaget fala da importância do professor contribuir para que o aluno passe da heteronomia à autonomia, de forma com que desenvolva aos poucos sua consciência crítica.

A fala repete-se durante todos os anos escolares... a fala apenas! Na realidade o que acontece é bem diferente.

Professores continuam agindo como se os alunos fossem marionetes, desprovidos de conhecimento, inteligência e vontade própria.

Assim, a vida passa e tornamo-nos adultos... autônomos! MENTIRA! Quando tentamos de alguma forma fazer escolhas de acordo com nossas convicções, somos tolhidos, levados de forma a viver de acordo com regras, mesmo que essas se apoiem em princípios nada convincentes.

Estudar é imprescindível, adquirir conhecimento é sublime, porém tudo que aprendemos deve servir para melhorar o mundo que nos cerca, pois quando não tem serventia, denota tempo perdido, aprendizagem inútil.

E o que mais tenho visto são pessoas desprovidas de conhecimento impedindo quem o tem de ajudar o próximo em sua caminhada rumo à autonomia.

O ser autônomo é aquele que consegue deter conhecimento, pensa de forma crítica e não aceita ordens absurdas... quando as aceita é por total falta de escolha... por imposição daqueles que detém o poder de forma absoluta e acham que a melhor forma de mudança é seguir a fila, de maneira organizada e submissa.

Quando poderemos realmente pensar e colocar em prática o que estudamos, o que acreditamos de forma autônoma, sem seguir moldes previamente estabelecidos por quem detém o poder??? Chego a me perguntar para que estudar tanto, se tudo o que é aprendido acaba sendo proibido de ser praticado, porque não se encaixa nos padrões sociais da "quadradice" administrativa... Como falar em inclusão social, num local onde quem possui conhecimento não é reconhecido como autônomo!

Que fique aqui minha revolta e meu questionamento para ser refletido: " Como mudar o ensino, se seus paradigmas engessam àqueles que propõe as mudanças, aniquilando seus sonhos e ideais???

"O mundo não gosta de quem pensa e tem suas próprias ideias!"

Cláudia Marques




segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Depressão na infância e adolescência

Vídeo aula 28

Saúde na escola

Depressão na infância e adolescência


Entrevista com Dr Dráuzio Varella


http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/depressao-infantil-e-na-adolescencia/





Mensagem da Criança

Dizes que sou o futuro,
Não me desampares no presente.
Dizes que sou a esperança da Paz,
Não me induzas à guerra.
Dizes que sou a promessa do bem,
Não me confies ao mal.
Dizes que sou a luz dos teus olhos,
Não me abandones às trevas.
Não espero somente o teu pão,
Dá-me luz e entendimento.

Não desejo tão só a festa do teu carinho,
suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos,
Peço-te bons exemplos e boas palavras.
Não sou simples ornamento de teu carinho,
Sou alguém que te bate à porta em nome de Deus.
Ensina-me o trabalho e a humildade, o devotamento e o perdão.
Compadece-te de mim e orienta-me para o que seja bom e justo.
Corrija-me enquanto é tempo, mesmo que eu sofra...
Ajuda-me hoje, para que amanhã eu não te faça chorar.

Meimei/Chico Xavier





Stress e ansiedade na infância e na adolescência

Vídeo aula 27

Saúde na escola

Stress e ansiedade na infância e na adolescência



Estress infantil

Agenda cheia, reprovação dos pais, conflitos na escola. Pesquisas na área de neurociência e comportamento mostram como a exposição a fatores estressantes compromete o desenvolvimento das crianças e o que fazer para evitar danos futuros

Rachel Costa
http://www.istoe.com.br/reportagens/195990_ESTRESSE+INFANTIL

    Embora os "adultos em miniatura" datem da Idade Média, estamos voltando a tratar nossos pequenos com atribuições de gente grande.    A ansiedade e o stress são causados pela quantidade de atividades a que estamos expondo nossas crianças e à qualidade das informações que deixamos que elas tenham acesso, assim como à erotização por meio de roupas, acessórios, maquiagem, músicas, etc.   É preciso deixar que a criança seja criança.



Uh-Batuk-Erê: uma ação de comunidade

Vídeo aula 26

Educação Comunitária

Uh-Batuk-Erê: uma ação de comunidade


   Em setembro de 2005, organizou-se na EMEF Profª Esmeralda Salles Pereira Ramos, escola localizada na zona Norte da cidade de São Paulo, o grupo de percussão e dança “Uh-Batuk-Erê”. 
   O objetivo é desenvolver um projeto integrador que facilite a compreensão e a habilidade de lidar com a diversidade das relações sociais e culturais, tendo como protagonistas os atores que compõem o espaço-escola num processo educacional não excludente. 
   Também, articular as comunidades escolar e do entorno, levando nossas experiências com o projeto, tornando-o referência comunitária de cultura afro-indígena brasileira.



Relações com as comunidades e a potência do trabalho em rede

Vídeo aula 25

Educação Comunitária

Relações com as comunidades e a potência do trabalho em rede

   A globalização tem trazido mudanças rápidas e efetivas na sociedade, porém sem garantia de melhor qualidade de vida.

Tensões: 

- Cultura de massa  X  Cultura local
- Tradição  X  Modernidade 
- Competição  X  Igualdade de Oportunidade

   O trabalho em rede possibilita o coletivo. É o momento de todos (comunidade, alunos, escola) participarem dos processos de levantamento de dados, problematização e busca de possíveis soluções para os problemas identificados na comunidade.


Mídia e comportamento

Vídeo aula 24

Saúde na escola

Mídia e comportamento


  Crianças e adolescentes aprendem comportamentos por imitação.
     A partir dessa afirmação é importante analisarmos o tipo de comportamento oferecido pela mídia e que está influenciando a forma de agir de nossos jovens.
   As propagandas estimulam um comprar desenfreado; as novelas explicitam as relações sexuais e uso de drogas como comportamentos normais; os jornais mostram a violência em todas as suas formas mais puras. 
     A escola tem um sério papel na análise de tudo o que é oferecido pela mídia: mostrar aos alunos os "dois lados" de todas as moedas, o que se esconde nas entrelinhas, demonstrando que nenhuma ação é sem intenção.
   A criticidade deve ser aflorada para que aprendamos a olhar e realmente ver os comportamentos que estão por detrás de cada propaganda, de cada comercial, de relação da novela, de todos os assuntos dos jornais.
   A partir dessa análise crítica, o jovem não será mais iludido, tornando-se um cidadão consciente, pronto a exercer sua cidadania.


Uso de substâncias psicoativas

Vídeo aula 23

Saúde na escola

Uso de substâncias psicoativas


Esse desenho diz tudo...
"Existem vários meios de dizer não!"





Infelizmente a droga costuma ser um caminho só de ida...
 a volta ou é para a cadeia ou para o cemitério.

É uma doença do século XX que continuará a devastar as famílias do século XXI.
O governo começa a falar sobre a importância de encaminhamento dos drogados às casas de recuperação, mas é pouco, diante do quadro de tristeza e desolação em que vivem e ao qual são submetidos.
A dependência química é uma doença e acredito que a melhor forma de combatê-la, seja a prevenção.

Lazer, juventude e esportes

Vídeo aula 22

Educação comunitária

Lazer, juventude e esportes

   Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente em seu artigo 4º, É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

   Assim, garantir à essa criança e a esse adolescente momentos em que possam se divertir e brincar é uma necessidade.

   Temos que nos ater ao fato de que, uma vida sedentária em frente à televisão, ao computador ou ao videogame não atendem às características de boas atividades de lazer, pois não garantem atividades físicas.

   O bom mesmo é dosar todos os tipos de atividades que a criança ou o adolescente gostam de fazer, com outras que são necessárias, e que acabam se tornando gostosas também...







Lazer, cultura e elementos comunitários

Vídeo aula 21

Educação Comunitária

Lazer, cultura e elementos comunitários

   "O conceito de lazer é difícil de limitar a uma única definição. Como uma experiência compreendida por indivíduos diante de variados contextos, o estudo do lazer tem estado envolvido em três abordagens: tempo, atividade e estado da mente." (Henderson, 2001, p.15)














   O lazer é visto por diferentes pessoas de variadas formas... desde o simples passeio a um parque, caminhadas, montar a cavalo ou até jogos e artesanatos podem ser fontes de lazer.
 Os conteúdos culturais classificam-se em atividades físicas, sociais, artísticas, manuais, turísticas entre outras.
 O importante é se distrair, para que corpo e mente mantenham-se em equilíbrio, tendo assim boas condições para enfrentar o dia-a-dia de maneira saudável


Bullying

Vídeo aula 20

Saúde na escola

Bullying



Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml

Violência nas escolas

Vídeo aula 19

Saúde na escola

Violência nas escolas





O livro trata tanto da violência física, quanto da violência simbólica e da institucional. Por isso, há que se enfatizar que a violência na escola não pode ser vista como uma modalidade de violência juvenil.
O livro apresenta uma visão abrangente da literatura a respeito do tema, bem como analisa as percepções dos atores sociais que convivem nas escolas sobre:
  • As violências no ambiente interno e no entorno da escola (policiamento, gangue e tráfico de drogas, ambiente escolar, etc. );
  • O funcionamento e as relações sociais na escola (percepções sobre a escola, transgressões e punições, etc.) e;
  • As violências nas escolas: tipos de ocorrências (ameaças, brigas, violência sexual, uso de armas, furtos e roubos, outras violências etc.), praticantes e vítimas.
Chama a atenção que existe uma tendência à naturalização da percepção das violências nas escolas. Por exemplo, as brigas, os furtos e as agressões verbais são consideradas acontecimentos corriqueiros, sugerindo a banalização da violência e sua legitimização, como mecanismo de solução de conflitos.
O "Violências nas escolas" apresenta propostas de combate e prevenção baseadas nos dados coletados, além de fazer uma série de recomendações nas esferas do lazer (como a abertura das escolas nos finais de semana), da interação entre escola, família e comunidades, cuidar do estado físico e da limpeza dos estabelecimentos e valorizar os jovens, respeitando sua autonomia, entre outras.
Esta obra impressa se encontra esgotada na Representação da UNESCO no Brasil. Como a mesma foi largamente distribuída em variadas localidades brasileiras, para universidades federais, bibliotecas públicas e universitárias e várias entidades governamentais federais, estaduais e municipais, sugerimos que se dirija a alguma destas instituições para poder ter acesso a esta publicação. Mas a publicação se encontra disponível em pdf para donwload gratuito:


Fonte de pesquisa: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/unesco-resources-in-brazil/studies-and-evaluations/violence/violence-in-schools/

A valorização da cultura corporal da comunidade no currículo escolar

Vídeo aula 18

Educação Comunitária

A valorização da cultura corporal da comunidade no currículo escolar


   Cultura corporal é toda produção simbólica que envolve as práticas corporais.
   Conjunto de conhecimentos que envolve as brincadeiras, as danças, as lutas, as ginásticas e os esportes.

Exemplos:



















Transformações Sociais, currículo e cultura

Vídeo aula 17

Educação comunitária

Transformações Sociais, currículo e cultura



   Até pouco tempo atrás nem todos estavam na escola. Assim, a cultura popular não era conhecida, sequer difundida.
   Hoje com o direito de acesso a todos na escola, o ambiente tornou-se multicultural, multi-racial, universal, onde todos os tipos de pessoas convivem e trocam experiências e conhecimentos.
   Afirmar que essa relação não possui conflitos é algo ilógico, pois cada ser trás dentro de si uma complexidade enorme, e através dela seu credo, sua cultura, suas aprendizagens, sua vida.
   Acredito que intermediar essas relações de forma com que todos possam aprender a respeitar e aceitar essa diversidade seja um dos papéis primordiais da educação desse século XXI.
   A equipe gestora deve estar pronta para respeitar e conhecer o multiculturalismo, preparando sua equipe profissional para o respeito aos Direitos Humanos e para o exercício efetivo da democracia, garantindo assim verdadeiramente o sentido amplo do "direito ao acesso e permanência" na escola, garantidos pela Legislação vigente.